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E, se aqueles dias não fossem abreviados...


Muitas pessoas nesta vida duvidam da existência de Deus; alguns, por serem senhores de si mesmo, outros, por já terem se decepcionado com falsas doutrinas religiosas que existem por aí.

Mas a questão é: Deus existe?

Eu não tenho a menor dúvida, Ele existe!

Como se não bastasse às experiências que já tive com Ele, bem como os sinais,de toda a criação existente nos céus e na terra. Primeiramente o ser humano, tão perfeito, tão alinhado com os sistemas terrestres, como a chuva, o sol, as estações. Um ser criado para viver nessas circunstâncias. O sol na posição exata permite a vida na terra, enfim, tudo criado pelas mãos de um ser perfeito, indescritível em palavras. Sua inteligência não pode ser compreendida pela mente humana limitada. Fomos criados à sua imagem e semelhança, mas não somos como Ele, portanto, há coisas que jamais vamos entender.

As coisas encobertas pertencem ao SENHOR nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem a nós e a nossos filhos para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei.” Deuteronômio 29:29

Todas as formas de vida na terra e sistemas criados demonstram a existência de Deus e comprovam Suas Palavras contidas na bíblia. O que acontece é que existe no mundo uma força maligna que cega as pessoas acerca da VERDADE: Jesus. "Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus.” 2 Coríntios 4:4

Dessa forma, diante de tanta prova que Deus existe, porque alguns continuam a negá-lo?

Com o auxílio da Ciência, as predições meteorológicas tornaram-se bastante exatas. Mas com o aumento dos instrumentos científicos e das máquinas que diminuem a mão-de-obra, a maior parte do povo toma cada vez menos tempo para considerar os sinais dos tempos que Cristo disse haveriam de predizer o fim do mundo.

Foi o que aconteceu nos últimos anos "profetas" predisseram o fim,o calendário Maia entre outros... pessoas imaginosas querendo predizer o tempo exato do fim de todas as coisas. Alguns ficam preocupados, observando ansiosamente o resultado dessa profecia. Ao passar o tempo sem que coisa alguma tenha acontecido, essas pessoas deixam escapar um suspiro de alívio e voltam à mesma rotina e hábitos de sempre.

Cada crise e profecia não cumprida de destruição tem o efeito de endurecer o pecador em sua incredulidade.Com isso o mundo aprendeu a tomar mesmo o supercolossal como se fosse um acontecimento cotidiano.É, então, de admirar que o homem tenha deixado de notar os muitos sinais que Deus colocou ao longo da estrada da vida, para nos lembrar de que nos estamos aproximando do fim da rebelião do homem contra seu Criador?

Cristo disse que a última geração seria semelhante a que viveu nos dias de Noé, "Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do homem. Porquanto, assim como nos dias anteriores do dilúvio, comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, senão quando veio o dilúvio e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do homem." S. Mateus 24:37-39

Hoje observamos,valores invertidos,a desvalorização da família ou do núcleo familiar tradicional,por outro contrário a natureza. A desvalorização da vida,hoje não é preciso de muita coisa para ser vitima de assassinato,hoje se mata por motivos banais. Sem falar dos últimos acontecimentos e sinais. Na semana passada eu postei aqui a renúncia do papa, á muito misticismo em torno dessa figura, se não bastasse, observe as guerras, as catástrofes naturais, na Africa o povo sofrendo com a inundação de Moçambique, pessoas desabrigadas,passando necessidades. Eu estava conversando com uma colega no trabalho antes de escrever essa post, e nós comentávamos como o tempo tem passado rápido, parece que foi ontem, a confraternização de fim de ano e ao olhar o calendário percebemos que o carnaval,já passou e estamos a menos de uma semana do terceiro mês do ano.

Há inúmeros textos bíblicos que nos informam sobre o evento mais importante da História após Deus consumar seu plano de remissão da humanidade: A segunda vinda de Cristo. As profecias apontam para um dia único em que todo olho verá, para felicidade de uns e infelicidade de outros, o Filho do Homem rasgando os céus para consumar o juízo e a condenação dos que O perseguiram e negaram, e estabelecer seu Governo sobre a Terra com seus Santos. O entendimento desse assunto,é extenso e complexo, e está longe de mim qualquer intenção de resumi-lo a essas linhas. O que quero é nos fazer pensar sobre ele.

Não seria sábio de nossa parte, preparar-nos para o dia em que Cristo há de voltar? A volta de Jesus está cada vez mais próxima e a bíblia diz que Deus abreviaria os últimos dias para que possamos ser salvos, pois, se demorasse muito, até os escolhidos seriam arrastados e iludidos pelas coisas deste mundo corrompido.

“E, se aqueles dias não fossem abreviados, nenhuma carne se salvaria; mas por causa dos escolhidos serão abreviados aqueles dias.” Mateus 24:22 Veja essa reportagem veiculada na TV RECORD, que mostra mais um fenômeno natural. Não seria esse um sinal dos tempos?



Portanto,meu amigo(a), não deixe para amanhã a mudança de vida; não deixe para amanhã a atitude em deixar a vida errada, o pecado; não deixe para amanhã aquilo que você sabe que está te prendendo ao erro, mude hoje! Aceite Jesus hoje, estaremos aqui para te apoiar e te orientar.
Conte com a gente e não deixe para amanhã atitudes que podem ser tomadas hoje, pois amanhã pode não dar mais tempo!

Eai, o que você me diz? Do que você tem medo? Jesus é contigo!

Que Deus nos oriente, na Fé!!

Às críticas são desfavoráveis


Todos estamos sujeitos as crítica. E nem sempre elas são construtivas na maioria das vezes elas são destrutivas. E quanto mais alguém sobe em liderança.tanto mais fica sujeito à critica e ao cinismo dos rivais ou dos que se opõem às suas opiniões e ações. O que não é diferente aos que assumem a fé viva,então sua forma de vida passa a incomodar os demais ocasionando em mais críticas. Agora a maneira pela qual reagimos terá efeitos de longo alcance sobre nossos objetivos.

Paulo estabeleceu um valioso padrão nesta área. Embora ele desejasse que seus companheiros pensassem bem dele,ele recusava a ser popular a es custas do favor do seu Mestre. Paulo expressou sua ambição em 2Cor.5.9 "É por isso que também nos esforçamos, ..., para lhe sermos agradáveis.". Já escrevendo aos gálatas,Paulo indaga:"Porventura, procuro eu, agora, o favor dos homens ou o de Deus? Ou procuro agradar a homens? Se agradasse ainda a homens, não seria servo de Cristo." (Gl 1.10).

A opinião contrária de seus companheiros não o perturbava indevidamente,embora ele não procurasse ser criticado. "Mas para mim não tem a menor importância ser julgado por vocês ou por um tribunal humano. Eu não julgo nem a mim mesmo. A minha consciência está limpa, mas isso não prova que sou, de fato, inocente. Quem me julga é o Senhor.Portanto, não julguem ninguém antes da hora; esperem o julgamento final, quando o Senhor vier. Ele trará para a luz os segredos escondidos no escuro e mostrará as intenções que estão no coração das pessoas. Então cada um receberá de Deus os elogios que merece." (1Cor. 4.3-5)

Bem como Paulo era fiel aos "planos secretos de Deus" Que lhes foram confiados (1Cor.4.1),então ele podia dar-se ao luxo de não levar em conta a mera opinião humana. Notado que se a critica da Igreja apenas trinta anos após a Descida Do Espírito Santo podia ser ignorada pelo fiel líder, a censura da igreja morna dos nossos dias não deve causar em nós muitos terrores.

Veja que Paulo não temia o julgamento do mundo,o mundo não era seu juiz;contudo ele tinha o cuidado de preservar certo equilíbrio. " Não vos torneis causa de tropeço [em outra traduções podemos encontrar: "Portai-vos de modo que não deis escândalo", e "Vivam de tal maneira que não prejudiquem"] Façam como eu. Procuro agradar a todos em tudo o que faço, não pensando no meu próprio bem, mas no bem de todos, a fim de que eles possam ser salvos." (1Cor. 10.32-33).

Paulo ainda foi alem, e afirmou que a posse de uma consciência perfeitamente limpa,por mais valiosa que seja não o justificava. Muito embora a consciência o lisonjeasse,ele desconfiava até do seu próprio veredicto,pois conhecia a sutileza de seu próprio coração. "Eu não julgo nem a mim mesmo. A minha consciência está limpa, mas isso não prova que sou, de fato, justo." (1Cor.4.4)

"Quem me julga é o Senhor" e Ele conhece tudo. Ele pode pesar os motivos bem como avaliar os fatos. É Ele o Supremo tribunal de apelação. Seu juízo é justo e infalível, sendo assim devemos suspender o julgamento. "não julguem ninguém antes da hora; esperem o julgamento final, quando o Senhor vier." Nossos poderes são limitados demais,nosso conhecimento é insuficiente,nossas mentes demais tendenciosas para podermos chegar a um juízo correto. Podemos alias devemos confiar tudo ao Supremo,e no final."Então cada um receberá de Deus os elogios que merece."

Ainda resta dizer que a indiferença pela opinião humana pode ser desastrosa se não vier ligada com o temor de Deus. Mas,cumprida esta condição,certa independência das avaliações humanas pode ser um grande bem ao cristão disciplinado cujo alvo é a Glória Divina. Para Paulo,que tinha o ouvido afinado com a voz mais alta da avaliação de Deus,a voz do homem era fraca. Ele não temia o juízo humano porque sabia encontrar-se diante de um tribunal mais elevado.

Que Deus nos oriente,na Fé!

Só Deus conhece o verdadeiro trigo e o verdadeiro joio

Na tentativa de contextualizar a parábola do trigo e joio, é preciso afirmar, sem medo de errar, que ambos estão presentes em todos os segmentos cristãos conhecidos hoje em dia. Há trigo onde não se esperava que houvesse. Há joio no meio de grupos aparentemente mais espirituais, mais conservadores, e mais avivados. Nem todos os líderes que atraem imensas multidões são necessariamente movidos pelo Espírito, como eles mesmos dizem. É certo que entre eles há joio, e, não trigo. Semelhantemente há joio no meio dos líderes de denominações históricas e tradicionais.


Face a essa confusão religiosa provocada pelo diabo, não pode haver uma colheita precipitada do joio por causa do risco de se cometer uma injustiça contra o trigo. Só Deus conhece o verdadeiro trigo e o verdadeiro joio. A separação é certa, mas não exatamente agora. O trigo e o joio precisam amadurecer primeiro. Então, na colheita de um e de outro, no fim desta era de mistura e de confusão, os encarregados da colheita separarão o joio do trigo, com a facilidade com que o pastor separa as ovelhas dos bodes (Mt 25.32).


A parábola do trigo e joio é bem atual, pois ninguém pode negar a intensidade e a velocidade do crescimento da Igreja neste final de século. E o crescimento do joio vem junto com o crescimento do trigo. Ela explica uma série de coisas esquisitas que estão acontecendo e livra os cristãos tanto da ingenuidade como da precipitação.

Tudo isto quer dizer sem rodeio algum que entre os chamados cristãos há trigo e joio, há crentes verdadeiros e falsos crentes, falsos mestres, falsos profetas, falsos apóstolos e falsos cristos. A falsidade está temporariamente escondida atrás de uma capa bonita e atraente, atrás da capacidade de profetizar, da capacidade de expelir demônios e da capacidade de fazer muitos milagres (Mt 7.32; 24.23-24).

O problema é de âmbito mundial, pois o campo onde as duas sementes foram lançadas é o mundo. É também insolúvel, pois a parecença do joio com o trigo é enorme, e o dono do campo não quer correr o risco de arrancar o trigo como se fosse joio. Há de se ter muita paciência e esperar o tempo da colheita, quando pessoas capazes hão de colher primeiro o joio para ser queimado, e, depois, o trigo para ser guardado no celeiro. Não pode haver precipitação. Não se pode jamais sacrificar nem sequer um pé de trigo.

O autor da denúncia da triste mistura do trigo com o joio é o próprio Senhor da Seara. Há mais de dois milênios Jesus Cristo ensinou: “O Reino dos céus é como um homem que semeou boa semente em seu campo. Mas, enquanto todos dormiam, veio o seu inimigo e semeou o joio no meio do trigo e se foi. Quando o trigo brotou e formou espigas, o joio também apareceu” (Mt 13.24-26).

Não tem como negar nem como escapar. Quanto mais trigo, mais joio. A quantidade de joio é proporcional à quantidade de trigo. Sempre foi assim. Enquanto alguns se dão ao trabalho de semear o trigo, outros se dão ao trabalho de semear o joio. Ambos os semeadores são incansáveis. A extensão do trigo provoca a extensão do joio.

Jesus Cristo fornece outros detalhes: “Aquele que semeou a boa semente é o Filho do Homem; o campo é o mundo, e a boa semente são os filhos do reino. O joio são os filhos do maligno, e o inimigo que o semeia é o diabo. A colheita é o fim desta era, e os encarregados da colheita são anjos” (Mt 13.37-39)

Autor desconhecido

Deus te oriente, na Fé !

O dia do Senhor

O que Quer Dizer
"Dia do Senhor"?
De Isaías ao Apocalipse, a frase "dia do Senhor" aparece em 25 versículos, e expressões semelhantes surgem em vários outros. A linguagem bíblica, freqüentemente citando "o dia do Senhor", é facilmente interpretada como se falasse de um só dia, talvez o dia final quando o Senhor voltará para julgar todas as pessoas. Mas o assunto não é tão simples assim. Esta pergunta serve para ilustrar bem uma regra fundamental de estudo bíblico: é necessário examinar palavras e frases em seus contextos.
Considerando as citações bíblicas sobre o "dia do Senhor", podemos ver que a mesma frase têm, pelo menos, quatro significados diferentes. Em cada caso, discernimos o sentido no contexto. Vamos examinar exemplos destes significados.
Um dia de julgamento de pessoas, cidades, povos ou nações. Este é o sentido mais comum, especialmente nas profecias do Velho Testamento. Isaías falou desta maneira do castigo da Babilônia (Isaías 13:6,9). Jeremias descreveu o castigo do Egito como "o Dia do Senhor. . . dia de vingança contra os seus adversários" (Jeremias 46:10). Seu contemporâneo, Ezequiel, também usou a mesma linguagem ao falar sobre o castigo do Egito (Ezequiel 30:3) e o de Jerusalém (Ezequiel 13:5; veja Sofonias 1:7,14). Joel usa esta frase para falar do castigo do povo judeu (Joel 1:15; 2:1) e do julgamento de várias nações (Joel 3:14; veja Obadias 15).
Uma referência ao cumprimento do plano de Deus por meio de Jesus Cristo em sua primeira vinda (Joel 2:31; Malaquias 4:5; Atos 2:20).
O dia final, quando Jesus voltará e chamará todos ao julgamento (1 Tessalonicenses 5:2; 2 Pedro 3:10).
O dia santificado para o louvor do Senhor. Entre os israelitas do Antigo Testamento, foi o dia do sábado, quando lembraram do descanso de Deus da obra da criação (Isaías 58:13). Para os cristãos na Nova Aliança, é o primeiro dia da semana, quando lembramos da obra de Jesus, morrendo na cruz e sendo ressuscitado no primeiro dia para nos mostrar-nos o caminho à vida eterna (Apocalipse 1:10; veja Lucas 24:1; Atos 20:7; 1 Coríntios 16:2).O dia do Senhor representa duas opções e dois destinos. É dia de destruição e de salvação. O mesmo dia que trouxe castigo aos opressores livrou os oprimidos. O mesmo dia que trouxe salvação aos que receberam a palavra condenou os desobedientes. O mesmo dia que marcará a entrada no céu para alguns será o começo do castigo eterno para outros (Mateus 25:46). E o mesmo dia em que os cristãos comemoram o sofrimento de Jesus na cruz é ocasião de escândalo e loucura para outros (1 Coríntios 1:23-25).
O Dia do Senhor: salvação ou condenação? A decisão é nossa!

Deus te oriente,na fé!
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