Um homem, no limite de suas forças, atentou contra a própria vida com uma arma de fogo. Ouvindo o tiro, o vizinho entrou naquele apartamento, e ao lado do corpo encontrou uma carta assim escrita: “Não deu para suportar. Passei a noite toda como um louco pelas ruas. Fui a pé... não tinha condições de dirigir. Perdi meu emprego por injustiça feita contra mim. Nada mais consegui. Ontem, telefonaram avisando que minha moradia no campo foi incendiada. Estava ameaçado de perder este apartamento por não ter podido pagar as prestações. Só me restou um carro tão desgastado que nada vale. Afastei-me de todos os meus amigos com vergonha desta humilhante situação... e agora, chegando aqui, não encontrei ninguém... fui abandonado e levaram até minhas melhores roupas! Aquele que me encontrar, faça o que tem que ser feito. Perdão.”
O vizinho dirigiu-se ao telefone para chamar a polícia. Quando esta chegou, viu que havia um recado na secretária eletrônica. Era a voz da mulher do morto: “Alô! Sou eu, querido! Ligue para a firma! O engano foi reconhecido e você está sendo chamado de volta para a semana que vem! O dono do apartamento disse que tem uma boa proposta para não o perdermos! Estamos na nossa casinha de campo. A história do incêndio era trote! Isso merece uma festa, não merece? Nossos amigos estão vindo para cá. Um beijo! Já coloquei suas melhores roupas no porta malas do seu carro. Venha!”
Quantas pessoas desistem quando veem tudo desmoronando à sua volta, se amoldam à situação, ao caos ou acabam agindo precipitadamente, colocando tudo a perder. Sabemos que Deus, tem um propósito, para a nossa vida, mas é difícil entender, quando as coisas não saem como planejamos ou quando um incidente ou circunstância nos impede de alcançar os nossos objetivos. Mas é justamente nesse momento que precisamos de equilíbrio para irmos ao encontro do Senhor Jesus e buscarmos solução. Porque dar fim aos problemas é viver o novo que Deus tem para os que nEle confiam.
“Buscai o Senhor e o seu poder; buscai perpetuamente a sua presença.” (Salmo 105.4)
Que Deus te oriente,na Fé !
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Não se desespere!
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O peru desconfiado
Era uma vez uma chácara no interior de Minas Gerais onde moravam um gordo peru e um belo galo. Os dois companheiros viviam na calma, na vida mansa daquela pequena propriedade onde a rotina era semelhante à vida no mar. O lugar era mesmo maravilhoso. Eles gostavam de todas as tardes subir na jaqueira e ficar empoleirados no galho. Dali dava para visitar os campos plantados, os caminhos, os animais no pasto, a estrada que sumia no horizonte e onde, vez por outra, o ronco do motor de um velho caminhão cortava o silêncio. Eita vida boa do galo e do peru!
Só que tinha um problema, o peru era desconfiado demais e não aproveitava as coisas como deveria. Um dia, uma raposa viajante, dessas que invadem o galinheiro das fazendas, avistou as aves no puleiro. Ela se aproximou sorrateiramente e começou a lamber os beiços de satisfação. Seus olhos brilhavam, enquanto ela arreganhava a boca mostrando os dentes afiados. A sua cara ficou assustadora.
O galo nem deu bola. Sabia que a raposa não podia subir na árvore e logo, logo o dono da fazenda ia passar por ali, como sempre fazia, e iria colocar a raposa ladra pra correr. Firmou- se bem, como era seu costume, e aproveitou para tirar uma soneca.
Mas o peru, muito desconfiado, ficou vigiando, não tirava os olhos da raposa, seguindo o seu movimento o tempo todo. A raposa ficou circulando ao redor da árvore tentando encontrar uma maneira de pegá-lo, com isso, sem perceber, o peru de olhos arregalados deu tantas voltas em torno de si mesmo que ficou tonto e caiu do galho. A raposa, que não passava de um filhote, teve o banquete que não merecia.
Quando o galo acordou com o barulho da tragédia pensou: “Pobre do meu amigo peru, de tão desconfiado que era, acabou cavando a própria sepultura.”
Há uma lição nesta fábula. Tem gente que desconfia de tudo e todos, vive com medo e acaba causando a própria desgraça. Excesso de cuidados às vezes esconde uma terrível falta de fé.
Fonte: Folha Universal
Abraão, esperando contra a esperança, creu, para vir a ser pai de muitas nações, segundo lhe fora dito: Assim será a tua descendência. E, sem enfraquecer na fé, embora levasse em conta o seu próprio corpo amortecido, sendo já de cem anos, e a idade avançada de Sara, não duvidou, por incredulidade, da promessa de Deus; mas, pela fé, se fortaleceu, dando glória a Deus, estando plenamente convicto de que ele era poderoso para cumprir o que prometera. Pelo que isso lhe foi também imputado para justiça.(Rm.4.18-22)
Que Deus nos oriente,na Fé !
Só que tinha um problema, o peru era desconfiado demais e não aproveitava as coisas como deveria. Um dia, uma raposa viajante, dessas que invadem o galinheiro das fazendas, avistou as aves no puleiro. Ela se aproximou sorrateiramente e começou a lamber os beiços de satisfação. Seus olhos brilhavam, enquanto ela arreganhava a boca mostrando os dentes afiados. A sua cara ficou assustadora.
O galo nem deu bola. Sabia que a raposa não podia subir na árvore e logo, logo o dono da fazenda ia passar por ali, como sempre fazia, e iria colocar a raposa ladra pra correr. Firmou- se bem, como era seu costume, e aproveitou para tirar uma soneca.
Mas o peru, muito desconfiado, ficou vigiando, não tirava os olhos da raposa, seguindo o seu movimento o tempo todo. A raposa ficou circulando ao redor da árvore tentando encontrar uma maneira de pegá-lo, com isso, sem perceber, o peru de olhos arregalados deu tantas voltas em torno de si mesmo que ficou tonto e caiu do galho. A raposa, que não passava de um filhote, teve o banquete que não merecia.
Quando o galo acordou com o barulho da tragédia pensou: “Pobre do meu amigo peru, de tão desconfiado que era, acabou cavando a própria sepultura.”
Há uma lição nesta fábula. Tem gente que desconfia de tudo e todos, vive com medo e acaba causando a própria desgraça. Excesso de cuidados às vezes esconde uma terrível falta de fé.
Fonte: Folha Universal
Abraão, esperando contra a esperança, creu, para vir a ser pai de muitas nações, segundo lhe fora dito: Assim será a tua descendência. E, sem enfraquecer na fé, embora levasse em conta o seu próprio corpo amortecido, sendo já de cem anos, e a idade avançada de Sara, não duvidou, por incredulidade, da promessa de Deus; mas, pela fé, se fortaleceu, dando glória a Deus, estando plenamente convicto de que ele era poderoso para cumprir o que prometera. Pelo que isso lhe foi também imputado para justiça.(Rm.4.18-22)
Que Deus nos oriente,na Fé !
O jovem e o anel
Um aluno chegou a seu professor com um problema: "Venho aqui porque me sinto tão pouca coisa, que não tenho forças para fazer nada. Dizem que não sirvo para nada, que não faço nada bem, que sou lerdo e muito idiota. Como posso melhorar?
O que posso fazer para que me valorizem mais?"
O professor, sem olhá-lo, disse: "Sinto muito meu jovem, mas agora não posso ajudá-lo. Devo primeiro resolver o meu próprio problema. Talvez, depois."
E, fazendo uma pausa, falou: "Se você me ajudar, eu posso resolver meu problema com mais rapidez e depois, talvez, possa ajudá-lo."
"Claro, professor!", gaguejou o jovem.
O professor, então, tirou um anel que usava no dedo pequeno, deu ao garoto e disse: "Monte no cavalo e vá até o mercado. Deve vender esse anel porque tenho que pagar uma dívida. É preciso que obtenha pelo anel o máximo possível, mas não aceite menos que uma moeda de ouro."
O jovem pegou o anel e partiu. Mal chegou ao mercado e começou a oferecer o anel aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, até quando o jovem dizia o quanto pretendia pelo anel.
Quando o jovem mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saiam sem ao menos olhar para ele. Só um velhinho foi amável a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito valiosa para comprar um anel. Tentando ajudar o jovem, chegaram a oferecer uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o jovem seguia as instruções de não aceitar menos que uma moeda de ouro e recusava as ofertas.
Depois de oferecer a joia a todos que passavam pelo mercado, abatido pelo fracasso, montou no cavalo e voltou. O jovem desejou ter uma moeda de ouro para que ele mesmo pudesse comprar o anel, assim livrando a preocupação de seu professor para poder receber a sua ajuda e conselhos. Entrou na casa e disse: "Professor, sinto muito, mas é impossível conseguir o que me pediu. Talvez pudesse conseguir duas ou três moedas de prata, mas não acho que se possa enganar ninguém sobre o valor do anel."
"Importante o que me disse, meu jovem", contestou, sorridente. E disse: "Devemos saber primeiro o valor do anel. Volte a montar no cavalo e vá até o joalheiro. Quem melhor para saber o valor exato do anel? Diga que quer
vender o anel e pergunte quanto ele te dá por ele. Mas não importa o quanto ele te ofereça, não o venda. Volte aqui com o meu anel."
O jovem foi ao joalheiro e lhe deu o anel para examinar. Ele examinou o anel com uma lupa, pesou-o e disse: "Diga ao seu professor que, se ele quer vender agora, não posso dar mais que 58 moedas de ouro."
"58 MOEDAS DE OURO!", pestanejou o jovem.
"Sim", retrucou o joalheiro. "Eu sei que com o tempo eu poderia oferecer cerca de 70 moedas, mas se a venda é urgente..."
O jovem correu emocionado à casa do professor para contar o que ocorreu. "Sente-se", disse o professor. E depois de ouvir tudo que o jovem lhe contou, falou calmamente: "Você é como esse anel, uma joia valiosa e única. Só pode ser avaliada por um especialista. Pensava que qualquer um podia descobrir o seu verdadeiro valor?" E dizendo isso voltou a colocar o anel no dedo.
Todos nós somos como joia: valiosa e única. Andamos pelos mercados da vida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem, mas só um especialista, Jesus, o Grande Joalheiro, sabe o seu real valor. Portanto, repense o seu valor!
Fonte: Folha Universal
Deus te oriente,na Fé !
Talvez você não tenha falado com Deus ultimamente
Como o Apostolo Paulo disse : " Pois eu sei que aquilo que é bom não vive em mim, isto é, na minha natureza humana. Porque, mesmo tendo dentro de mim a vontade de fazer o bem, eu não consigo fazê-lo. Pois não faço o bem que quero, mas justamente o mal que não quero fazer é que eu faço." (Rom.7.18-19)
Como orar quando não se tem vontade
Às vezes, nem eu sinto vontade de orar — e eu sou um bispo. Isso é normal. O ser humano é muito inconstante. Um dia você sente que pode conquistar o mundo. No dia seguinte, você nem quer estar no mundo.
Sentimentos... Se vivermos por eles, estaremos perdidos.
Graças a Deus há uma alternativa: Fazer o que temos que fazer, e não o que sentimos vontade de fazer.
Quando não sinto vontade de orar, eu faço o seguinte: Eu oro assim mesmo. E eu observo que, assim como muitas coisas na vida, uma vez que você começa a fazer algo, o sentimento vem em seguida. Moção precede emoção. Às vezes, eu não sinto vontade de comer. Mas, depois que eu começo, eu quero comer mais... Eu tive que começar a escrever este blog, antes de sentir vontade de escrever. Eu odeio escrever. Eu adoro ter escrito.
Creio que você já pegou a idéia.
O principal é ter por resolvido, em sua cabeça, que você absolutamente PRECISA orar. Não é uma opção. Claro que para muitas pessoas é (porque elas não sabem o que estão perdendo), mas não para você. As consequências seriam muito maiores do que o pequeno esforço que você tem que fazer para orar.
Talvez você não tenha falado com Deus ultimamente. Não tem tido vontade. Sem problema. Você está sozinho aí agora? Pode ir a algum lugar privado? Então pare de ler isto e faça uma oração. Dois minutos ou vinte, não importa. Diga o que você tem a dizer e pronto.
Depois volte aqui, e adicione seus comentários sobre como você se sentiu depois de fazer isso.
Vá. Agora! Você ainda está aí?
Bispo Renato Cardoso
Fonte: Adaptado apartir de Blog Bispo Macedo
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